sexta-feira, 5 de agosto de 2011

NÃO PRESERVE O MEIO AMBIENTE E SIM TODO ELE!




Directamente do outro lado do Atlântico...




Biologia



"Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós mesmos."




"O seringueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derubam as seringas."




"Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma verdadeira lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e depredação de si próprio."





"...são formados pelas bacias esferográficas."




"Ultimamente não se fala em outro assunto anonser sobre o araras azuls que ficavam sob voando as matas."




"Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu, o verde representa as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e as matas estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos sem bandeira."




"Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado."




"Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos que recebemos todo dia."



"...provocando assim a desolação de grandes expécies raras."



"...menos desmatamentos, mais florestas arborizadas."




"É um problema de muita gravidez."



"O grande problema da Rio Amazonas é o pesca dos peixes."



"Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele!"



"O que é de interesse coletivo de todos nem sempre interessa a ninguém individualmente."




"A situação tende a piorar: o madereiros da Amazônia destróem a Mata Atlântica da região!"




"Enquanto isso os zoutros... tudo baixo nive...!"




"O problema ainda é maior se tratando da camada Diozônio!"




"Na Amazonas está sendo a maior derrubagem e extração de madeira do Brasil."

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Veja como o homem simplifica tudo!

Clique na imagem para amplia-la


A incrível capacidade masculina de descomplicar as coisas. (jbdela)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Diniz agora quer fusão de Pão de Açúcar com Corcovado


Recomendo a leitura do site "The Piauí Herald" e posto algumas matérias.A primeira mostra o estilo empreendendor do Sr. Abílio Diniz e a outra dá conta de como as coisas se passam no Ministério dos Transportes. sonia martins (quedf, aposentada)





BAR URCA - Irritado com o fracasso da sua venda para o Carrefour, o empresário Abílio Diniz resolveu consolidar sua presença no Rio de Janeiro e anunciou a fusão do Pão de Açúcar com o Corcovado. "Para não dar sopa ao azar, emprestei minha cobertura no Leblon para o Sérgio Cabral fazer um churrasco no final de semana", anunciou.
Dono da Lagoa Rodrigo de Freitas, da Baía de Guanabara e do bairro da Glória, o empresário Eike Batista disse não temer a concorrência. "Ainda há muitos ativos disponíveis, como a Pedra da Gávea, a orla, a Petrobrás e a Globo", explicou. "E entre os passivos disponíveis temos o Eduardo Paes"
Após aplaudirem o pôr do sol no Arpoador, atores globais misturaram-se a populares para abraçar o Projac. Susana Vieira expôs os seios, enquanto Regina Duarte dizia ter "medo de andar de bondinho". Arnaldo Jabor, em transe, girava com os braços abertos repetindo "o Rio em que eu vivi era apenas do Sérgio Dourado".

Leia também:
Gol anuncia fusão de barrinhas de cereal com saquinho de amendoim
Eike cria programa de milhagem para Cabral
BNDES financia fusão de Bolsonaro com Myrian Rios
Ministério da Agricultura proíbe promoção de chã, patinho e lagarto

terça-feira, 12 de julho de 2011

LANÇAMENTO DA APPLE

Depois do iPod...

Depois do iPhone...

Depois do iPad...

A revolucionária empresa Apple abre fábrica no Nordeste do Brasil e lança mais um produto!






Também conhecida como Mac Acheira

quarta-feira, 29 de junho de 2011

UM DIA DE MERDA




"Quem ensina aprende ao ensinar, e quem aprende ensina ao aprender"

Um dia de merda

por Luis Fernando Veríssimo

O que é um peido para quem está todo cagado?

A expressão do título é conhecida de todos, mas o texto que a originou é menos.
É um texto de Luis Fernando Veríssimo incluído na obra Veríssima que ele fez numa viagem para Miami.

'Aeroporto Santos Dumont , 15:30.. Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.
Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.

'Chegando lá,tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo,o avião só sairía às 16:30'.

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:

- Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.

Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.' O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero,uma voz disse pelo alto falante:

- Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista.

Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo.
Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada , mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele.
E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e,
ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes econvidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:
- Cara, caguei!
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois,aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. 'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei. 'Pior que isso não fico'. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez, como uma pasta morna.
Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado....
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivasviradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto.
Mas era tarde demais para tal artifício absorvente.Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte.
Ele tinha despachado a mala com roupas.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.
A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus. Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, dealgum modo, aproveitáveis.
Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de1 a 10.
Teria que improvisar.
A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar.Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa.
Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
- Nada, obrigado.

Eu só queria esquecer este dia de merda.